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Maringá é exemplo de cuidado com o meio ambiente

Preservação ambiental é prioridade em Maringá.

Maringá é exemplo de cuidado com o meio ambiente

Preservar o meio ambiente é uma prioridade da gestão Ulisses Maia em Maringá. Desde que assumiu a Prefeitura, ele e sua equipe têm se esforçado para manter a vegetação nativa da cidade. Também está na pauta o cuidado com as áreas verdes espalhadas pelas diversas regiões.

 

No total, são 19 espaços verdes que, somados, têm 1,8 milhão de metros quadrados. E o mais impressionante é que essa floresta está bem no meio de uma das maiores cidades do Paraná. Além disso, a administração municipal ainda tem observado com atenção a arborização das ruas.

 

Recentemente a Secretaria do Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema) anunciou um plano de arborização detalhado para Maringá. São 142 mil árvores e este é o primeiro projeto desse tipo nos últimos 70 anos. Agora, cada uma das mais de 3,5 mil ruas têm indicação específica de espécies.

 

Maringaenses têm convivência constante com o meio ambiente

Embora seja a área verde mais conhecida da cidade, o Parque do Ingá não é o maior espaço com vegetação preservada na cidade. Esse título é do Parque dos Pioneiros, conhecido como Bosque 2, com mais de 59 hectares. Ou seja, mais de 594 mil m² de floresta em pleno centro urbano.

 

Por sua vez, o Parque do Ingá tem 47 hectares ou 473 mil m². Quando se vêem imagens de Maringá feitas do alto, essas duas áreas chamam a atenção por estarem cravadas no coração da vida dos maringaenses. Elas funcionam como verdadeiros ′pulmões verdes′. E não é à toa. O arquiteto e urbanista Jorge Macedo, que planejou a cidade na década de 1940, desenhou as duas áreas perto uma da outra e ambas em formato de pulmão.

 

Mas essas não são as duas únicas áreas em que o meio ambiente é protagonista. Em primeiro lugar, a função desses espaços é ajudar a preservar a biodiversidade e garantir a subsistência da fauna e da flora locais. Por sua vez, a população utiliza essas áreas verdes como opções de lazer e atividade física.

 

De acordo com Maurício Sampaio, engenheiro ambiental da Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema), manter esses ambientes é fundamental. “Os parques e os fundos de vale são locais ricos para a flora e fauna, essenciais para o funcionamento do ecossistema. Por isso, é necessário que todos cuidem do meio ambiente. É preciso, mais do que nunca, conscientização ambiental.”

 

Ulisses Maia e equipe da Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal têm diversas ações

E não é apenas no sentido de preservar as áreas verdes que atuam as equipes da Secretaria do Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema). São inúmeras as ações desenvolvidas pela pasta ao longo dos últimos quatro anos.

 

Por exemplo, o trabalho realizado junto às escolas do município é importante para que as novas gerações cresçam entendendo o papel que o meio ambiente tem na preservação até mesmo da vida humana. Nesses encontros, além de falar sobre a natureza como um todo, as equipes também abordam temas como a proteção aos animais.

 

Outras frentes relevantes são a de destinação correta do lixo e a de fiscalização do cumprimento da legislação ambiental.

 

Maringá é exemplo de cuidado com o meio ambiente

Preservação ambiental é prioridade em Maringá.

 

Veja a lista das Unidades de Conservação e Áreas de Proteção Permanente de Maringá

Parque das Perobas, Unidade de Conservação com 63.438,74 m², na saída para Campo Mourão – Parque das Palmeiras, Unidade de Conservação com 61.134,48 m², no Jardim Vitória – Parque Cinqüentenário, Unidade de Conservação com 118.125,03 m², no Jardim Imperial – Parque Alfredo Werner Niffeler, Unidade de Conservação com 104.967,82 m², na Vila Morangueira – Parque Ecológico do Guayapó, Unidade de Conservação com 16.205,48 m², no Conjunto Parigot de Souza – Parque Sabiá, Unidade de Conservação com 88.165,41 m², no Conjunto Sanenge III – Parque Gralha Azul, Unidade de Conservação com 44.236,39 m², no Conjunto Thaís – Parque Gurucaia, Unidade de Conservação com 192.900 m², próximo ao aterro – Parque Borba Gato, Unidade de Conservação com 76.540,37 m², no Conjunto Inocente Vila Nova Jr. – Reserva do Córrego Cleópatra, na rua Pioneira Maria de Freitas; Parque das Grevíleas, Unidade de Conservação com 44.000 m², na Zona 5 – Reserva do Córrego Borba Gato, na Gleba Patrimônio Maringá – Reserva da Rua Diogo Martins Esteves, na Avenida 22 de Maio – Horto Florestal Dr. Luiz Teixeira Mendes, Área de Proteção Permanente com 37.000m², na Zona 5 – Parque do Ingá (Bosque 1), Área de Proteção Permanente com 473.300m², na área central – Parque Florestal dos Pioneiros (Bosque 2), Área de Proteção Permanente com 594.400m², na Zona 2 e 4 – Parque da Amizade, com 302.500 m², na Gleba Pinguim – Reserva da Rua Deolinda T. Garcia, no Jardim Montreal – Reserva da Nascente do Ribeirão Paiçandu, na Avenida das Torres.
TOTAL 1.869.247,65 m² / 186,9248 hectare(s)